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A impermanência das coisas

  • Foto do escritor: Ju Assis
    Ju Assis
  • 2 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Tudo muda. Tudo passa, e é exatamente isso que dá profundidade e valor para nossa vida.


Somos constantemente convidados a desapegar, seja de uma pessoa, de um emprego, de um bem material, e aceitar que tudo está em constante movimento: emoções, pensamentos, relações, conquistas.


O sofrimento acontece quando tentamos segurar algo que é transitório e precisa estar livre.


Na filosofia estoica, nós encontramos uma expressão: "memento mori" que nos lembra que somos mortais.


Para os estoicos, a morte era uma perspectiva que libertava, porque os ajudava a viver com mais presença, mais verdade e mais foco naquilo que realmente importava.


Quando reconhecemos que nada é garantido, passamos a valorizar mais profundamente o agora.


A parte boa de nada ser permanente, é que se hoje você não está em um bom dia, se seu momento é crítico, isso também vai passar.


A mudança é parte natural da existência. Estamos aqui agora mas não sabemos até quando.


Por isso, contemple seu presente, aprenda a viver de forma mais consciente e realista. Não um realismo pessimista, e sim uma realidade que te traga clareza sobre si mesmo.


Não são as coisas que nos perturbam, é o julgamento que fazemos delas que tira nossa paz.


Diante de tanta correria, pare um pouco e sinta como se o agora fosse suficiente para você, sem antecipar preocupações.


Faça algo significativo, pode ser até mandar uma mensagem para alguém que você gosta, mas não tem falado devido a "falta" de tempo.


Não fique adiando o que pode ser agora, e nem antecipando o que tira o agora de você!


A vida é um fio muito frágil, você só tem certeza desse exato instante. Aproveite-o!



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