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Autoconhecimento não é o fim da dor

  • Foto do escritor: Ju Assis
    Ju Assis
  • 17 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

Muita gente busca o autoconhecimento acreditando que, ao se conhecer, vai finalmente esquecer o trauma, parar de sofrer e alcançar uma felicidade constante.

Mas essa crença é uma armadilha.


O autoconhecimento não é uma anestesia, ele é uma lente. Ele não faz a dor desaparecer, mas te ensina a enxergá-la de forma diferente.

Não te livra dos desafios, mas te ajuda a atravessá-los com consciência.


A caminhada de se conhecer não tem linha de chegada. É um exercício contínuo de observar o que acontece dentro de você, sem julgamento e de perceber que entre o que você sente e o que você é… existe um espaço.


E é nesse espaço que nasce a liberdade.


Quando começamos a nos observar com consciência, e não com a voz mental que nos critica, compara e exige perfeição, passamos a nos libertar, pouco a pouco, dessa identidade construída a partir de dores antigas, de crenças limitantes e de histórias que já não servem mais.


Autoconhecimento é lembrar quem você é de verdade, por trás dos papéis, dos medos e da necessidade de controle. E isso acontece aos poucos, no dia a dia, com presença, compaixão e prática.


Talvez por isso, muitas pessoas fujam desse processo, outras não tem paciência para esperar os resultados aparecerem e vão vivendo os mesmo ciclos repetidas vezes, mudando apenas contextos e personagens das suas histórias.


Que nesses últimos dias de 2025, você consiga perceber quais são as coisas que precisa melhorar, e encare o desconforto da mudança por você, pelo seu progresso.


Esse é um passo que só você pode dar!

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