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Um dia a conta chega

  • Foto do escritor: Ju Assis
    Ju Assis
  • 2 de set. de 2025
  • 1 min de leitura

Muitas vezes acreditamos que conseguimos dar conta de tudo. Trabalhar, cuidar da família, manter relacionamentos, estar presentes para todos.


Só que nessa dinâmica, acabamos guardando lágrimas no travesseiro, empurramos a insônia com remédios, abafamos nossas emoções.


Só que a verdade é que um dia a conta chega.


A dor que tentamos varrer para debaixo do tapete não desaparece. Ela se acumula.

Vai ganhando corpo em forma de ansiedade, de crises de choro, de exaustão constante.


Muitas vezes, essa dor não expressa só na alma, mas também no corpo através de doenças psicossomáticas, dores persistentes e até quadros mais graves que poderiam ser evitados se tivéssemos escutado nossos sinais.


O corpo fala o que a boca não consegue dizer.

E quando ignoramos, ele aumenta o tom: cansaço, desânimo, impaciência, insônia, falta de prazer nas coisas simples. Esses são recados claros de que algo não vai bem.


Aprender a reconhecer esses sinais é um ato de coragem e de honestidade consigo mesmo.

É admitir que não somos máquinas, que não dá para funcionar no piloto automático o tempo inteiro.


É necessário buscar ajuda, descansar, colocar limites, dizer não e se permitir sentir para ter uma vida saudável.


Quanto mais cedo você se permitir ouvir sua dor, mais leve será o caminho. Não fique esperando a conta chegar, ela pode sair cara demais.


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